Por que sua empresa precisa de um Plano de Continuidade de Negócios

O Plano de Continuidade de Negócios (PCN) é um conjunto bem definido de processos que devem ser colocados em prática, de modo organizado, em situações em que haja interrupção em sistemas ou incidentes que prejudiquem o funcionamento operacional dos negócios.

Trata-se de um roteiro, o “caminho das pedras” que deve ser seguido com calma e atenção em momentos emergenciais. Por ser algo que exige tranquilidade para executar, o Plano de Continuidade de Negócios é uma ação que visa à prevenção de danos aos dados e à reputação das empresas.

Ou seja, nada de ser reativo em emergências. O PCN deve ser feito com muito planejamento para que esses objetivos de segurança e garantia de execução dos processos sejam alcançados.

Não há como empresas que lidam com diversos dados e servidores operacionais não terem um Plano de Continuidade de Negócios. Por quê?

Porque ninguém, nem mesmo as maiores empresas do mundo, estão livres de tentativas de ataques hackers a banco de dados ou de acidentes naturais que prejudiquem o correto funcionamento das operações. Em incidentes, como os mencionados, há muito o que a empresa pode perder, colocando em risco não apenas informações sigilosas estratégicas para o empreendimento, como também dados dos consumidores.

Já imaginou uma crise causada por um vazamento de dados em um negócio que salva senhas e dados confidenciais em bloco de notas? Acredite, essa prática não é incomum, nem mesmo em ambientes corporativos. Hackers estão cientes disso e, por esse motivo, estão sempre criando novas alternativas para roubar credenciais pouco ou nada protegidas.

Contar com a sorte, portanto, não pode ser uma opção.

Objetivos de um bom Plano de Continuidade de Negócios

Os três principais objetivos de um bom Plano de Continuidade de Negócios são:

  • Minimizar impactos negativos;
  • Viabilizar operações comerciais em meio à emergência;
  • Garantir que os sistemas críticos voltem às operações em um prazo aceitável após o incidente, seja ele qual for.

Para viabilizar isso é necessário uma série de habilidades. Conhecer bem toda a infraestrutura de TI, estar atento aos malwares e às atividades hackers mais atuais no mercado, e saber quais os processos críticos da empresa são os principais pilares para um bom PCN.

É preciso também trazer o conhecimento sobre as práticas maliciosas para a realidade do mercado da empresa que desenvolve um Plano de Continuidade de Negócios.

Pense:

Quais são os dados dados ou processos mais valiosos para criminosos?

Quais são as constantes ameaças às operações das empresas nesse mercado?

Você deve ter percebido que o PCN está diretamente ligado a situações de crise iminente, certo? É por essa razão que um bom Plano de Continuidade de Negócios também é efetivo como parte de uma estratégia de gerenciamento de crises.

Os processos a serem seguidos conforme descritos no PCN devem ser de fácil entendimento por todos os profissionais envolvidos e pelas equipes de Relações Públicas e gestão de crises. Isso porque a empresa deverá prestar esclarecimentos ágeis aos consumidores e aos stakeholders, o que pode exigir uma série de ações midiáticas, como coletiva de imprensa.

A prevenção é o melhor remédio também quando o assunto é segurança da informação e prestação dos serviços da sua empresa.

PCN composto por planos interligados

Cada empresa possui seu próprio PCN, pois cada empreendimento tem uma realidade única e uma relevância no mercado. Quanto mais conhecida a empresa, a tendência é que se trate de um negócio mais visado por cibercriminosos. Por esses motivos, não há como definir um padrão universal de PCN para todos os tipos de negócios e nichos de mercado.

É importante que você saiba que não são somente os departamentos de comunicação e Relações Públicas que devem ter ligação com o Plano de Continuidade de Negócios. Por serem planejamentos exclusivos, cada empresa pode possuir setores ou profissionais-chave que assegurem processos mais inteligentes para minimizar danos e retomar as atividades rapidamente.

No entanto, é possível definir 4 subplanos que costumam compor o Plano de Continuidade de Negócios:

  • Plano de Continuidade Operacional: ações responsáveis por retomar o funcionamento dos ativos essenciais para a operação da empresa.
  • Plano de Gerenciamento de Crises: equipes multidisciplinares atuam para reduzir danos durante e após o incidente. Na hipótese de verificar que o incidente é inevitável, os profissionais também já devem atuar antes mesmo do acontecimento.
  • Plano de Recuperação de Desastres: após controlado o incidente e gerenciada a crise, essas ações devem garantir que o empreendimento recupere os níveis habituais de operação.
  • Plano de Contingência: Deve ser executado somente em último caso. Por isso, é necessário dedicar muita atenção para desenvolver estratégias capazes de definir ações imediatas de acordo com as necessidades emergenciais.

Garanta um bom PCN para sua empresa

Investir em um bom Plano de Continuidade de Negócios é uma forma de evitar danos que podem ser irreversíveis. O PCN bem planejado permite que toda sua organização seja treinada e tenha em mãos um documento de fácil entendimento com um passo a passo do que fazer em situações emergenciais.

Sabe os procedimentos de segurança que são rapidamente ensinados ao andarmos de avião? É algo simples e eficiente como essa demonstração + o cartão de embarque no assento à sua frente que um bom PCN entrega para sua empresa.

Tendo um Plano de Continuidade de Negócios seu empreendimento minimiza danos, reduz significativamente as chances de suas operações ficarem 100% paralisadas e se blinda de crises internas e externas, pois conhece os riscos aos quais está exposto e se protege de modo estratégico com as melhores práticas de segurança digital.

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